/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-priority:99;
mso-style-qformat:yes;
mso-style-parent:””;
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin-top:0cm;
mso-para-margin-right:0cm;
mso-para-margin-bottom:10.0pt;
mso-para-margin-left:0cm;
line-height:115%;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:11.0pt;
font-family:”Calibri”,”sans-serif”;
mso-ascii-font-family:Calibri;
mso-ascii-theme-font:minor-latin;
mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;
mso-fareast-theme-font:minor-fareast;
mso-hansi-font-family:Calibri;
mso-hansi-theme-font:minor-latin;}

De acordo com seguradoras e corretoras, o número total de apólices de seguros que cobrem eventuais indenizações em virtude de bullying cresceu cerca de 30% em dois anos. Foi o que informou, recentemente, o jornal O Estado de São Paulo.

 

Segundo o que foi noticiado, já é comum as grandes escolas recorrerem à mencionada modalidade de seguro, com o objetivo de evitar prejuízos com indenizações.  O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) tem orientado os filiados a fazerem o seguro de responsabilidade civil para indenizações relacionadas a bullying, além de oferecer orientação jurídica. “As famílias estão conscientes de seus direitos. A partir do momento que passa do portão para dentro, a responsabilidade é da escola”, disse o presidente do Sieesp, Benjamin Ribeiro da Silva.

 

Em nota publicada no Portal UOL, consta que as escolas não divulgam se têm o seguro antibullying e também preferem não comentar o assunto. Segundo conteúdo da  publicação, o receio das unidades de ensino é o de passar a impressão de descaso com as causas do problema. Todavia, ainda segundo Benjamim Ribeiro, os estabelecimentos  de ensino têm cada vez mais realizado trabalhos educativos e de conscientização.

Related Articles