Um grupo de trabalho com seis representantes indígenas, seis de instituições e quatro do MEC foi constituído pelo ministro da Educação, Aloízio Mercadante, com a finalidade de discutir a criação de instituição de educação superior intercultural indígena. O grupo vai ser coordenado pela secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, Macaé Evaristo.

 

A idéia é gerar o melhor desenho de como trabalhar os saberes indígenas, e não somente levar o índio para dentro de uma universidade.  “O grupo não vai pensar em uma universidade, mas como construir no país, dentro das universidades públicas, uma rede que dê conta de tratar das questões indígenas nas diferentes áreas”, ressaltou Macaé, falando para a assessoria de comunicação do MEC.

 

Segundo dados do censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2010, são declaradas 896.917 pessoas como indígenas, 305 etnias e 274 línguas faladas. Macaé dará a sugestão de que seja realizado um seminário internacional para ouvir experiências de países como a Bolívia, que tem cinco universidades de povos indígenas e 22 cursos; a Nicarágua, que tem duas universidades e 10 cursos; o México, que conta com oito universidades e 49 cursos, e os Estados Unidos, onde há duas universidades.

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