O novo ministro da Educação, José Henrique Paim Fernandes, que atuou como secretário-executivo de gabinete do ministério por oito anos, assumiu a função na última segunda-feira, 3 de fevereiro. Ele entra no lugar de Aloizio Mercadante, que deixou o cargo e assumiu a Casa Civil, na mesma cerimônia. A mudança faz parte de uma série de trocas ministeriais que ocorre no governo em ano eleitoral.

 

Sobre Paim

Paim é economista e pós-graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Entre 2004 e 2006, presidiu o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Já exerceu os cargos de subsecretário da Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, em 2003, e de secretário de Coordenação e Planejamento do Rio Grande do Sul, em 2002.

O novo ministro também já foi Secretário Municipal de Captação de Recursos e Cooperação Internacional no município de Porto Alegre (RS) e Analista de Projetos do Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul.

Entre as funções da secretaria-executiva do MEC, antes presidida por Paim, estão: assessorar o ministro na supervisão e coordenação das atividades das secretarias do ministério e das entidades que fazem parte da pasta; colaborar na definição de diretrizes e na implementação de projetos; supervisionar e coordenar ações relacionadas aos sistemas federais de planejamento, orçamento, organização administrativa e recursos humanos, entre outros, do ministério.

 

Sobre Mercadante, anterior Ministro da Educação

Aloizio Mercadante Oliva é um economista e político brasileiro. Foi um dos fundadores do PT em fevereiro de 1980 e o vice-presidente do partido entre 1991 e 1999. Foi senador pelo estado de São Paulo entre 2003 e 2010.  Assumiu o MEC em janeiro de 2012, logo após a saída de Fernando Haddad, que deixou a pasta para concorrer à prefeitura de São Paulo e foi eleito. Ele deixou o Ministério de Ciência e Tecnologia, que comandava, para assumir a pasta da Educação.

Em sua trajetória política, Mercadante participou da elaboração dos programas de governo do Partido dos Trabalhadores (PT) e foi coordenador nas eleições presidenciais de 1989 e 2002. Foi deputado federal, candidato a vice-prefeito de São Paulo e presidiu várias comissões da Câmara dos Deputados.

Foi eleito para o Senado em 2002, onde foi líder do governo. Em 2006, candidatou-se ao governo de São Paulo, mas foi derrotado. Em 2009, foi líder da bancada do PT no Senado Federal e líder do governo. No ano seguinte, foi candidato novamente ao governo paulista e perdeu mais uma vez.

Como ministro, lançou o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) e o Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio. Ele também consolidou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como sistema de seleção para o Ensino Superior e lançou iniciativas como “Quero ser cientista, quero ser professor” e “Mais Cultura nas Escolas”. Porém, apesar da expectativa, durante a sua gestão não foi aprovado o Plano Nacional de Educação (PNE).

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